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domingo, 23 de outubro de 2011

[GBA] Gunstar Super/Future Heroes


Run & Gun na geração 16 bits? No Neo Geo é Metal Slug, no SNES é Contra III e no Mega Drive é Contra: Hard Corps e o lendário Gunstar Heroes! Na época que foi lançado, provou que os efeitos de rotação e zoom não eram "Only for Nintendo". Em 2005, a Treasure, produtora do game, tentou fazer sua "continuação" de Gunstar Heroes para GBA com o nome de Gunstar Super Heroes ou Gunstar Future Heroes na Europa...será que ela conseguiu fazer um game tão bom quanto o primeiro? Vamos ver agora....

Em 2005, o mercado de portáteis estava atento a portáteis com hardware mais potente. Mas quem disse que o GBA morreu? GSH prova isso: o GBA ainda tinha lenha para queimar.

A história é o seguinte: a destruição do "God of Ruin" (Golden Silver, Final Boss de GH) no final de Gunstar Heroes criou 4 luas em volta da terra. Anos depois, a criação da 5ª lua revela o plano de ressucitar Golden Silver e o império. Os integrantes da organização The Third Eye (3YE), que em homenagem ao 1º game, tem os mesmos nome do antecessor, só que com Yellow, conhecidos como Gunstar Super Heroes.

Os Gunstars deverão viajar para as luas, parar o império, pegar de novo as Treasure gems. O jogo tem diferentes caminhos na história, dependendo da dificuldade e personagem escolhidos.


O game é praticamente, um remake do original. Graficamente, o game é incrível! O game é muito colorido, com muitos inimigos e explosões na tela, além de usar e abusar de efeitos de rotação e zoom. Ele tem um dos melhores gráficos do GBA. O game também deixou os Gunstars em um estilo anime, o que ficou muito bom. O som não é tão bom quanto os gráficos, mas cumprem seu papel. A maioria das músicas são adaptações das antigas músicas de Gunstar Heroes.



A jogabilidade é bem parecida com seu antecessor. Só que agora, as armas não combinam para gerar outras armas, há novos ataques sem usar armas, Red e Blue não tem diferenças entre si também. Mas a jogabilidade continua boa.


Fun Fact: GSH É curto. Mas GSH não é só pra jogar uma vez. Além dos diferentes caminhos na história ao escolher personagem e dificuldade diferente, há também galeria de melhor tempo.

GSH foi ACLAMADO pela crítica, recebendo até o "Best GBA Game Of E3 2005". Mas nas vendas, é OUTRA história. O game não vendeu muito e não chegou nos mais vendidos do GBA.

Enfim, GSH é um bom game se você gosta de muita ação e quer tirar o GBA da gaveta.

Criador do PlayStation é responsável por "Ridge Racer" de PS Vita

Após criar um dos consoles mais importantes da história dos videogames, o criador do primeiro PlayStation, Ken Kutaragi também será lembrado - mesmo que indiretamente - no lançamento do PS Vita, que acontece em 17 de dezembro no Japão.
O executivo - que hoje preside a Cellius, uma empresa de parceria entre a Sony e a Namco -, está envolvido no jogo de corrida "Ridge Racer Vita", que também será um dos três títulos programados pela Namco para acompanhar o primeiro dia de lançamento do portátil nos Estados Unidos em 22 de fevereiro do próximo ano.
Além de "Ridge Racer", outros dois jogos programados pela Namco são "Touch My Katamari", que usa os controles sensíveis ao toque e mantem a mecânica tradicional de "juntar tralhas" do cenário e "Shinobido 2: Revenge of Zen", título protagonizado por ninjas em desenvolvimento pela Acquire, de "Tenchu".

Sony aumenta limite máximo de troféus do PlayStation 3

Contente com o seu nível 50 e liderando o ranking de troféus entre os seus amigos que possuem um PlayStation 3? Então saiba que a brincadeira está apenas começando, pois a Sony aumentou o limite de troféus e promete manter os jogadores ocupados por mais tempo em busca desses prêmios.De acordo com o site IGN, um jogador conhecido como Hakoom, que há algum tempo tinha atingido o nível 50 na busca por troféus, viu essa marca ser ampliada e atualmente está no nível 55. Outro jogador, de apelido duck360, está no nível 56.

O sistema de troféus, assim como as conquistas no Xbox 360, é uma forma de manter o jogador buscando o melhor desempenho em um jogo. No PlayStation 3 os troféus são divididos em quatro categorias: bronze, prata, ouro e platina.

sábado, 22 de outubro de 2011

"Batman: Arkham City" supera o antecessor e pode ser o melhor game do ano


Já analisei uma grande quantidade de games de super-heróis, e até pouco tempo atrás sentia a necessidade de me referir a todos com um aviso breve e cínico: “sim, os jogos da maioria destes personagens são historicamente bastante ruins e não, isso provavelmente não mudará em breve”. Mas a chegada de “Batman: Arkham Asylum" mudou tudo em 2009. Ele não era apenas o melhor game de herói de sua geração de consoles, mas também um marco do entretenimento e uma reinvenção essencial do mito do Cavaleiro das Trevas.

E, assim, foi criado um novo padrão de alta qualidade para os games baseados em quadrinhos, o que fez com que os fãs ficassem esperando ansiosamente pela próxima aventura do Homem-Morcego nos consoles. “Batman: Arkham City” (com lançamento previsto para até o final de outubro no Brasil), o primeiro esforço de mundo aberto da produtora Rocksteady, chega para elevar ainda mais esse nível com a sua criação de um dos ambientes de game mais ricos e aterrorizantes que já vimos. O novo game não é apenas o melhor jogo do Cavaleiro das Trevas – é o melhor game de um herói dos quadrinhos que já jogamos.

Parte campo de concentração e parte terra de ninguém, “Arkham City” é uma espécie de local superpovoado com os piores vilões de Gotham. Os criminosos da Penitenciária Blackgate foram misturados com os lunáticos soltos da agora “morta” Ilha Arkham, e as brigas entre eles acontecem livremente sob o olhar do pervertido diretor da prisão, o Professor Hugo Strange. O tom pessimista do jogo é apresentado logo em seus impressionantes momentos iniciais, quando Batman se encontra preso no coração negro de Arkham, frente a frente com os piores criminosos do local.

A narrativa de “Arkham City” é surpreendentemente funesta e faz várias escolhas corajosas em sua abordagem de Batman e seu universo em Gotham, mas o que pode ser o mais surpreendente de tudo isso é como essas interpretações funcionam de modo eficiente. O Hugo Strange do jogo é um supervisor atordoado que pensa ser um salvador, um louco em uma missão; o Pinguim é retratado como um assassino bruto e ameaçador que vocifera raiva por meio de um grosso som metálico; o doente Coringa continua o mesmo imprevisível e violento “Príncipe Palhaço do Crime”, e um antagonista perigoso para o vigilante rígido e justo criado por Bruce Wayne. A trama tem várias mudanças e viradas à medida que seu diverso grupo de criminosos aterroriza e insulta o protagonista e a cidade. “Arkham City”, como o mundo de um game, por vezes parece infernal e sem esperanças em suas estruturas abandonadas, ruas caindo aos pedaços, e moradores com sede de sangue. Mas você é Batman, e não será derrotado sem lutar.

O famoso modo de combate FreeFlow do game recebeu várias expansões e melhorias dignas de nota, incluindo um aumento na contagem de inimigos que pode fazer com que duelos padrão pareçam verdadeiros combates entre gangues. A habilidade de organizar e utilizar rapidamente vários acessórios de Batman adiciona uma camada extra a isso – incluindo as generosas lutas de chefes do game, que podem exigir muitos apertões nos botões. E o Homem-Morcego realmente tem brinquedos incríveis, como os mais do que úteis Remote Electrical Charge e o Freeze Blast, que criam oportunidades inspiradas para interagir com o ambiente. Um pacote de novos inimigos, formas de derrotá-los e upgrades criados pela Wayne Tech adicionam ainda mais elementos ao já rico sistema de combate do game, e “limpar” uma sala de vilões com um combo longo e direto ainda parece um feito impressionante.

batmanarkcity02.jpg

Mas nem tudo são eletrônicos vistosos e pancadaria. A jogabilidade centrada em ações "stealth" é um componente essencial para o sucesso de “Arkham City”, e é representada de modo incrivelmente bom. Inimigos inteligentes caçam Batman cruelmente à medida que ele se esconde pelo cenário em alguns dos momentos mais desafiadores do jogo, e seu Modo Detetive – agora se assemelhando a uma camada de “realidade aumentada”, tornando-o menos prático para quem não quiser desligá-lo – é implementado de forma hábil. Uma seleção de enigmas realmente relevantes à história vão te manter tentando descobrir onde estão seus inimigos e como derrotá-los. Além disso, é preciso notar como esses segmentos são bem colocados na história do game. Há um verdadeiro sentido de progressão em “Arkham City”: em sua jogabilidade, história, variedade de missões e na evolução de seu protagonista.

É difícil resumir tudo que faz “Arkham City” funcionar tão bem. Se “Arkham Asylum” era uma espécie de fun house (casa de parque de diversões com diversas atrações) cheia com os inimigos mais famosos de Batman e uma espécie de serviço para os fãs mais aficionados pelo Cavaleiro das Trevas, esse novo game é um espaçoso parque temático que examina as profundezas do herói. Um conjunto considerável de missões alternativas colocadas ao longo do mundo aberto, uma extensa coleção de desafios do vilão Charada, uma inteligente história alternativa trazendo a Mulher-Gato como uma personagem jogável e, obviamente, muitos mapas de desafio e campanhas personalizáveis fazem de “Arkham City” uma experiência muito atraente e interessante, e um game que será jogado por várias e várias vezes pelos fãs do Homem-Morcego. É um título obrigatório, e um sério candidato ao título de “melhor game do ano”.

Lançamento no Brasil

Segundo a assessoria local da distribuidora Warner, "Arkham City" chega ao mercado brasileiro até o final deste mês para os consoles Xbox 360 e PlayStation 3 com preços sugeridos de 199 reais. A edição para PC sairá por 99 reais e tem lançamento previsto para 18/11. O título terá legendas em português e áudio original em inglês.

Site mostra 1 hora de combates do novo 'Counter Strike'


Uma competição de games nos Estados Unidos teve o game "Counter-Strike: Global Offensive" como destaque. Durante a competição, realizada em Nova York, um vídeo com uma hora do game foi publicado no YouTube. (Assista ao vídeo)

Nas imagens, os fãs do jogo de tiro em primeira pessoa podem ver o que o game, que será lançado digitalmente em 2012 para PC, PlayStaion 3 e Xbox 360, terá de novidades além das mudanças nos gráficos.

Inscrições para SPJam estão abertas e vão até 16 de novembro


As inscrições para o SPJam, maratona de desenvolvimento de games que acontecerá em São Paulo em fim de novembro, já estão abertas.

O evento – que reúne apaixonados por videogames, tabuleiros, cardgames e RPGs de mesa – acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de novembro e propõe aos gamedevs a criação de um game em 48 horas.

O jogo pode ser pequeno, mas precisa ser bom e estar finalizado. O SPJam tem três etapas, o gamejam, que são as 48 horas de desenvolvimento, a exposição dos games finalizados e palestras com profissionais e, por fim, a festa de encerramento.

As inscrições começam em R$ 20 (há diversos “planos”, que vão do starter ao Ultimate, que custa R$ 70 e oferece o feedback pessoal de empresas parceiras).

O SPJam acontecerá no Instituto de Artes da UNESP, que fica na Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271, na Barra Funda, São Paulo (SP). As inscrições vão até dia 16 de novembro.

:: Conheça os planos de inscrição e se inscreva

PES 2011 ou Fifa 2011?Qual o melhor?


Com lançamento das novas versões do PES e FIFA...
Nós decidimos criar uma Enquete para saber a Opinião dos nossos leitores,sobre as Versões 2011 dos ambos jogos!!!









PES 2011 ou Fifa 2011?Qual o melhor?
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