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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Novo FPS da desenvolvedora do Left 4 Dead usará a CryEngine 3

Nem todo mundo sabe disso, mas quem desenvolveu o Left 4 Dead não foi a Valve e sim a Turtle Rock Studios, empresa que já havia trabalhado no Counter-Strike: Condition Zero e em alguns mapas do Counter-Strike: Source.


Há alguns meses começaram a surgir informações de que eles estariam trabalhando em um novo projeto e após a confirmação de que seria a THQ quem publicaria o jogo, surgiu a possibilidade de que o jogo seria revelado durante a E3 passada, o que não aconteceu.

Então o estúdio publicou uma vaga de emprego em que pedia um profissional com experiência na CryEngine 3, motor desenvolvido pela Crytek e que deu vida ao Crysis 2, o suficiente para que começassem as especulações sobre o novo jogar utilizar a ferramenta, o que foi confirmado através da conta no Twitter da empresa.

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“Sim, é tudo verdade. Estamos usando a CryEngine 3 para o nosso próximo título e sim, ele será incrível.”

A expectativa aumenta ainda mais quando nos lembramos que recentemente Danny Bilson, chefe da THQ, afirmou que o jogo planejado para 2013 possui um design incrível, com uma jogabilidade que nunca havia visto anteriormente.

Se o game será tão inovador quanto o executivo sugere, teremos que esperar um bom tempo para descobrir, mas uma coisa é certa, ele terá gráficos muito bonitos.



EA não descarta remake do Syndicate original

Quando a Electronic Arts anunciou que a Starbreeze Studios estava trabalhando em uma nova versão do jogo de estratégia Syndicate, houve um misto de alegria e decepção por parte dos jogadores.

Embora ver a volta da marca fosse algo há muito esperado, saber que a nova incursão seria um jogo de tiro em primeira pessoa não agradou a todos, mas de acordo com Jeff Gamon, produtor executivo da EA, ainda há a possibilidade de vermos um Syndicate mais parecido com o original.

“O original é um grande clássico, há espaço para um remake. Mas eu não penso que deva ser necessariamente do mesmo gênero. Se o fizermos existe provavelmente outras plataformas em que se encaixaria melhor do que os consoles, pela perspectiva de que se desejamos ir, usando um caminho mais estratégico.”

O executivo disse que adoraria ver o Syndicate ressurgindo como um franquia, expandindo-se para qualquer plataforma que possa abrigá-la, o que sugere que dependendo do sucesso obtido pelo FPS, muitos outros títulos baseado no universo criado pela Bullfrog Productions possam surgir e talvez um dia vejamos um remake em alta definição e com a tradicional visão isométrica.



Super Street Fighter 4 Arcade Edition, um pouco mais do mesmo


Depois de fazer sucesso nos arcades do mundo inteiro, a Capcom leva Super Street Fighter 4 Arcade Edition para os consoles, que mostra ser mais do que um jogo com alguns elementos adicionais. Confira:

O mesmo, porém diferenciado

Assim que o game foi anunciado, uma chuva de criticas pairou sobre a Capcom. Todas eram reclamações de fãs irritados com a postura da empresa, que iria lançar outro Super Street Fighter 4, mas com personagens extras. Porém esses desavisados não sabiam que na verdade Super Street Fighter 4 A.E. é a versão para arcades (como o próprio nome diz), com toda a sua particularidade, ou seja, elementos que não eram encontrados nos consoles.

E para acabar de vez com as reclamações, a própria empresa disponibilizou via download, a possibilidade dos usuários baixarem todo o novo conteúdo. Para isso, basta ter a versão anterior da franquia: Super Street Fighter 4.

Super Street Fighter IV: Arcade Edition (Foto: Divulgação)

O que mudou?

A primeira grande mudança é em relação ao nivelamento dos personagens. Parece que é uma sina da Capcom distribuir games de luta em que certos lutadores conseguem causar mais dano ou perderem menos energia, do que outros. Marvel X Capcom 3 é outro grande exemplo disso, e também precisou de uma atualização para esse nivelamento.

Outra novidade é a adição de 4 novos lutadores. Além de Evil Ryu e Oni, o jogo também conta com Yun e Yang, lutadores de Street Fighter 3. Apesar disso, não foram incluídos novos cenários para os novatos, apenas as animações de cada um.

Super Street Fighter IV Arcade Edition (Foto: Reprodução)

Mais difícil

Para os fãs de jogos de luta e da série, um atrativo a mais: Super Street Fighter A.E. está muito mais difícil. Como dito no começo do texto, é a versão transportada direto dos arcades para os consoles, e estes por sua vez costumam ter um nível de dificuldade muiito maior que o apresentado nos consoles.


Mas se os fãs fieis vão se sentir felizes com essas mudanças, para os mais novatos, esse pode ser um grande problema. O jeito é treinar bastante (já que o game conta com modos de treinamento) e em seguida desafiar seus amigos.

Street Fighter IV (Foto: Divulgação)


Afinal, vale a pena comprar?

Se você é fã de carteirinha, vale! Afinal, Super Street Fighter 4 Arcade Edition é voltado para os gamers mais hardcores que gostam de um bom desafio. Mas, como foi dito acima, se você não se encaixa nesse perfil, é melhor optar por uma outra escolha.

Conclusão

Super Street Fighter 4 Arcade Edition leva o melhor da franquia no arcade para sua casa. Com novos lutadores, dificuldade aprimorada e maior regularidade nos combates, o game fecha (torcemos por isso) o ciclo de Street Fighter 4 nos consoles atuais. Pena que o lançamento deste titulo seja um pouco frustrante para quem adquiriu o jogo anterior pouco tempo atrás.




segunda-feira, 24 de outubro de 2011

[Notícia do Dia] Como fazer um Leitor de Cartão com Controle NES


Passo 1 Ferramentas e materiais

Ferramentas e materiais
Você vai precisar de algum material para este projeto.

Um controlador de Nintendo
Um leitor de cartão de sua escolha
Chaves de fenda pequena
Uma ferramenta rotativa
Um conjunto de estilete
Colas

Passo 2 Faça algum espaço

Faça algum espaço
Cola os botões no lugar e usar a ferramenta rotativa para abrir o gabinete para dar espaço para o leitor de cartão. Lembre-se que você pode querer voltar a ter e assim tentar deixar os quatro parafusos de canto alguma coisa para morder. Também pensar sobre o cabo para o leitor e como ela vai caber no espaço disponível.

Passo 3 Faça as faixas horárias necessárias

Fazer as ranhuras necessárias

Marque as áreas para os cartões que você quer ser capaz de ler.
Se você tem um 12 em 1 leitor de cartão, mas só usa um ou dois tipos de cartões por que se preocupar com todas as aberturas extra? Usar o rotativo levou para cortar o buraco inicial e então a navalha para cortar-lo bem.

Passo 4 Descobrir a rota cabo

Descobrir a rota cabo

Se você puder, apare o cabo e via ela através da abertura na parte de trás do controlador. Em seguida, use cola quente para fixar tudo no lugar. Lembre-se de ter certeza que você não bloqueie o acesso a qualquer um dos slots que você vai usar para os cartões.

E Pronto!!!Feito seu Leitor de Cartões NES!Obrigado Pela Atenção!



Bethesda fala sobre o cancelamento de Doom 4

Há alguns dias atrás, um rumor meio intrigante começou a circular pela internet, relacionado ao cancelamento do projeto de Doom 4, em desenvolvimento pela id Software. A atual dona do estúdio, Bethesda, não estaria muito confiante no último projeto deles, ainda mais depois dos vários problemas relacionados ao lançamento de Rage, especialmente na versão PC do jogo.


O produtor e maior ícone da id Software, John Carmack, disse que assim que Rage fosse lançado, a equipe concentraria esforços em Doom 4. Nos primeiros dias, a Bethesda não comentou a respeito dos rumores, mas conforme eles ganharam força na internet, a companhia resolveu dar o seu parecer, desmentindo o cancelamento, mas jogando um balde de água fria nos fãs.

Em resposta ao site Eurogamer, o diretor de operações Tom Bramwell responde de uma forma curta e grossa, dizendo que tudo isso é uma “baboseira completa”. Isso assegura que o jogo está sendo desenvolvido, mas outra resposta ao estilo de Duke Nukem Forever também foi dada a respeito de Doom 4: “Doom 4 será lançado quando estiver pronto”.

Pelo menos os fãs podem ficar mais tranquilos, pois o jogo está sendo desenvolvido, apenas não tem data de lançamento. E não existem intenções de adiamento do projeto.

Pacote de texturas HD de Battlefield 3 precisa ser instalado no 360

O velho problema de limitação de hardware dos consoles sempre acaba resultando em algumas adaptações. Na última semana surgiram mais informações sobre a qualidade gráfica de Battlefield 3 no Xbox 360 da Microsoft. Segundo o produtor do título Patrick Bach, os jogadores terão de instalar o pacote de texturas incluso no segundo disco do título, se quiserem que o jogo tenha uma aparência melhor.


Essa decisão foi tomada pensando nos donos de Xbox 360 que possuem um console sem HDD, já que nesse caso não seria possível a instalação do pacote.Por isso, a DICE decidiu tornar o mesmo um opcional, portanto, os jogadores poderão ou não instalá-lo. O pacote melhora as texturas do jogo, caso não seja instalado, o título irá rodar normalmente com uma qualidade standard de gráficos.

Patrick explicou um pouco mais sobre a decisão: “Não há nada de mágico nisso. É a mesma coisa que fazemos no PC e PS3, então não há nada extra. Acredito que a controvérsia sobre o assunto é que conseguimos fazer no 360. O que ele faz é dar as mesmas habilidades que no PC e PS3. Você pode fazer stream de informações do disco rígido.

É algo novo no Xbox 360, mas não é uma ideia nova na indústria de jogos. Ninguém tentou fazer isso da maneira correta, fazendo isso surgiram várias dúvidas.


Com o 360 você deve fornecer aos consumidores um jogo que não precisa ser instalado no disco rígido, pois há consoles sem um HD. Então precisamos dar a opção de instalar ao invés de apenas lançá-lo. Você pode chamar de uma versão ‘standard-def’ para o 360, se não tiver um HD.”

Caso você ainda esteja em dúvidas se vale a pena ou não instalar o pacote, confira o vídeo comparativo do jogo com e sem o pacote (para aqueles que não sabem inglês, o quadro de cima da tela é com o pacote, e o quadro de baixo é sem o pacote):


Power A revela controles inspirados em batarangs






Não é de se estranhar que todo mundo queira se aproveitar um pouco do sucesso de Batman: Arkham City. O título estrelado pelo herói da DC está fazendo bonito nos consoles seguindo a trilha do “morcegão” a Power A, fabricante de periféricos e acessórios para computadores e video games, anunciou uma linha de controladores baseados nos famosos “batarangues”.

Com apoio de mão emborrachado, suporte para vibração e iluminação especial (LED), os controles possuem certificação oficial. A edição para o Xbox 360 é sem fio, enquanto que a do PS3 possui designe semelhante ao do console da Microsoft, cabo USB e bateria recarregável. Os controles saem por US$ 49,99 — em torno de R$ 88.